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Extensionista rural da Emater é premiado em concurso nacional com invento agrícola

Micro trator criado por Edmilson Martins conquistou o 3º lugar em uma das categorias. Premiação será entregue em Campinas (SP) no dia 16 de março.

Edmilson Martins é extensionista rural da Emater e conselheiro da Assema em Caicó

O extensionista rural da Emater e conselheiro da Assema-RN pelo regional de Caicó, Edmilson Martins de Souza, foi premiado com o terceiro lugar em uma das categorias do 1º Concurso Nacional de Inventos de Máquinas, Equipamentos e Implementos adaptados à Agricultura Familiar e aos Povos e Comunidades Tradicionais. A competição foi promovida pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), Embrapa e a Anater e o apoio da Fundação Banco do Brasil.

A cerimônia de premiação ocorrerá em Campinas (SP) durante a Feira Nacional de Máquinas e Tecnologias para a Agricultura Familiar, nos dias 16, 17 e 18 de março de 2026, e contará com a presença do secretário Alexandre Oliveira (Sedraf).

Edmilson Martins, que já está de malas prontas, competiu pela categoria “agricultor familiar”, atividade que desempenha em paralelo com as funções de extensionista rural da Emater. A invenção premiada é um micro trator montado com peças de sucata, batizado por ele de “Pataco”. Pela Emater-RN, o extensionista atua no escritório local de São José do Seridó.

O equipamento funciona com partes reaproveitadas de outras máquinas: tem motor de forrageira, caixa de marchas de carro popular e sistema hidráulico de carreta, entre outros componentes. O equipamento, utilizado em seu sítio de 50 hectares, realiza preparo do solo, adubação e colheita.

O experimento foi apresentado em novembro de 2025, na 3a Feira Potiguar da Agricultura Familiar e da Economia Solidária (Fepafes), realizada em Natal. Edmilson Martins é inventor há cerca de 10 anos.

Em nível nacional, o concurso reuniu 242 inscrições, entre 113 agricultores e agricultoras familiares; 66 pesquisadores e pesquisadoras; e 63 empreendedores e empreendedoras de micro e pequenas empresas.

Assema participa de encerramento do PAA Indígena

A Assema-RN marcou presença esta manhã na entrega de alimentos para o PAA Indígena, na comunidade Catu dos Eleotérios, em Goianinha. A diretora-presidente da Assema, Suzany Figueiredo, falou da importância do trabalho desenvolvido por extensionistas da Emater-RN na execução de uma política pública tão importante.

Ela destacou o empenho, em especial, da técnica local Juliana Marreiro, da gestora regional de São José de Mipibu, Francisca Jales, e do coordenador de mercados da instituição, Gustavo Vieira, como também dos demais servidores que fazem a mesma tarefa nos demais municípios na execução do PAA.

“O PAA é muito mais do que uma política de acesso a mercados, vemos uma perspectiva monstruosa de nível social e econômico, de saúde pública, acesso à alimentação saudável através da produção de alimentos sem agrotóxicos, do fornecedor ao beneficiário lá na ponta”, pontuou Suzany.

No final da programação, o grupo participou de um almoço de confraternização no restaurante Olho do Catu.

Assema-RN participa de debates sobre SUATER

A Assema-RN está presente desde ontem (13) da 2ª Reunião do Fórum Nordeste da Agricultura Familiar Eugênio Peixoto, em São Luís (MA), compondo o grupo da Federação Nacional dos Trabalhadores e Trabalhadoras da Assistência Técnica e Extensão Rural e da Pesquisa do Setor Público Agrícola do Brasil (Faser).

Representada pela diretora-presidente Suzany Figueiredo, a Assema está participando das discussões acerca da criação do Sistema Único de Assistência Técnica e Extensão Rural (Suater), continuidade do trabalho iniciado em Brasília, em abril.

“Estamos atentos a questões como financiamento e a participação dos entes – União, estados e municípios – e, principalmente, como vão garantir a utilização da mão de obra estatal. Hoje somos 20 mil trabalhadores da Ater pública no Brasil e estamos acompanhando como seremos enquadrados nesse sistema”, disse Suzany Figueiredo.

A 2ª Reunião do Fórum Nordeste da Agricultura Familiar Eugênio Peixoto vai até esta sexta-feira (14), cujo tema central é “Assistência Técnica e Extensão Rural”.

Suzany Figueiredo (à esq.) compóe grupo da Faser em São Luís (MA)

Servidores da Emater-RN em defesa da Ater pública e estatal no país

Valorização dos serviços de Assistência Técnica e Extensão Rural pública e estatal no país. Esse foi o objetivo de um ato que reuniu, esta manhã, servidores e colaboradores, além de dirigentes da Assema-RN e da Emater-RN.

O movimento foi iniciado ontem (16) em todo o país, como proposta da Federação Nacional dos Trabalhadores e Trabalhadoras das Entidades de Ater (Faser). À noite, o Congresso Nacional projetou em sua fachada uma mensagem de apoio à extensão rural pública.

Para a diretora-presidente da Assema, Suzany Figueiredo, as Emateres são as principais responsáveis pela execução das políticas públicas que chegam aos agricultores familiares de forma gratuita, e que por esse motivo precisam ser fortalecidas. “Todos que contribuem com a Emater-RN, sejam servidores efetivos, concursados, colaboradores, bolsistas ou estagiários, de alguma forma estamos contribuindo para que a Ater aconteça na ponta”.

O diretor-geral da Emater-RN, Cesar Oliveira, citou a articulação em âmbito nacional propondo a valorização da Ater pública estatal, que envolve a Faser, a Asbraer, o Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), parlamento e movimentos sociais.  Existe também a proposta do deputado federal Josenildo Ramos (PT-BA) para a criação de um sistema nacional de Ater, que prevê fontes de financiamento para a atividade, assim como já acontece com a saúde e educação.

“Esse movimento nacional é necessário, para que a agenda da Extensão Rural se fortaleça. Devemos reconhecer, valorizar e cobrar para que tenhamos mais recursos, mais gente, mais condições de realizar o trabalho com qualidade. Também devemos estabelecer alianças com os movimentos sociais do campo, como a Contag, Contraf, MST, cooperativas da agricultura familiar, para darmos legitimidade social a essa luta”, considerou Cesar Oliveira.